terça-feira, 1 de dezembro de 2009


Meu querido Quim,

venho por este meio voluntariar-me para protagonizar contigo a letra da Banana Pancakes! Quando quiseres, sabes onde moro, filho...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Só me apetece é...

Uma pessoa aqui cheia de salero...

...e vá de estudar!
A propósito, parabéns Márinho!*

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Ca nojo!


Hoje só quero dizer que gosto muito de receber visitas, mas nem todas são benvindas!

Xô osgas!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Peço desculpa mas não resisto a acrescentar: Hugh Grant, Pierce Brosnan, David Charvet, Tom Cruise e aquele-cujo-nome-não-se-pode-pronunciar-mas-é-o-sósia-salvaterrense-do-leonardo-dicaprio... Voltem, estão perdoados!

Como diz a outra...

...eu sei que isto é um blog sério mas... Convido os interessados e/ou desocupados (os procrastinantes que me perdoem por não mencionar a classe, mas sei que acabarão por ver!) a visitar este link:


Diz-se que aí mora o top dos 50 homens mais sexy do planeta! Eu só pergunto isto: que planeta?!

P.S.: Procrastinantes, existe?

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe...


Quem é que me vai tirar do sério?
Quem é que me vai esgotar a paciência?
Quem é que me vai fazer gritar que nem uma louca?

E quem é que me vai arrancar a peruca todos os dias?
Quem é que me vai oferecer flores de manhã à tarde?
Quem é que me vai fazer rir com ternura?

Eu quero saber quem é que me vai estragar com mimos a partir de amanhã às 5 e meia da tarde...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Shiuuu!


Acho graça quando a Ana ralha comigo pela minha relação com a escrita. E agora que ponho as coisas em termos de relação, diria mesmo que a nossa é de amor-ódio. Enquanto vagueio entre pensamentos e sentimentos, as palavras dançam por aqui... Uma daqui, outra dacolá, e depressa se monta um texto que tenta escapar à força de uma lágrima. E aí entro eu. Sempre pronta a travar os dedos, sempre relutante em encostar a caneta no papel. Tenho dores fechadas em caixinhas e enquanto a escrita teima em libertá-las, eu cerro os punhos e os dentes para não as deixar fugir. Se é bom, se é mau, se é defesa ou cobardia, não sei. Sei que é assim que se vai passando. Ou ficando.

...Como um emaranhado de cordões que me entrelaça o peito!